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		<title>Nossas marcas estão prontas para voar</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 22:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brandmindbrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terceiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossas marcas estão prontas para voar<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=29&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(<strong>créditos:</strong> Joaquim Castanheira, 06/MAI/2009, Revista Isto É Dinheiro &#8211; edição 604)</p>
<p style="text-align:center;"><em>Ranking exclusivo mostra que, assim como a economia brasileira, as grandes grifes nacionais começam a se destacar no cenário global</em></p>
<p style="text-align:justify;">     AS MARCAS, DIZEM OS ESPECIALISTAS, são a manifestação do DNA de uma empresa. Observadas com minúcia, elas revelam o comportamento da companhia, valores, qualidades e defeitos. Espécie de assinatura corporativa, elas também traduzem o desempenho e a saúde financeira de uma organização ou de um setor inteiro. A mais recente edição do estudo As Marcas mais Valiosas do Brasil, realizado em parceria por DINHEIrO e BrandAnalytics/Millward Brown, confirma esse princípio. Desde setembro do ano passado, os sistemas financeiros americano e europeu mergulharam na pior crise de sua história. Ao mesmo tempo, porém, os bancos brasileiros apresentaram um vigor que surpreendeu analistas de todo o mundo. Pois, então, não é surpreendente que o Bradesco, segundo maior banco privado do País, tenha conquistado pela terceira vez consecutiva o título de A Marca mais Valiosa do Brasil em 2009, com base em dados financeiros de 2008. Com um valor de r$ 12,06 bilhões, 9% superior ao do ano anterior, a grife, caracterizada por uma árvore estilizada e a cor vermelha, mostra como as instituições financeiras do País enfrentaram, sem grandes traumas, as turbulências na economia global. O resultado ainda coloca o Bradesco como a primeira companhia brasileira a figurar no ranking de marcas globais, elaborado pela MillwardBrown e divulgado na semana passada pelo Financial Times, um dos mais prestigiosos diários econômicos do mundo. A 98a posição da instituição brasileira demonstra que, aos poucos, representantes do universo corporativo brasileiro ganham espaço no jogo global.</p>
<p style="text-align:justify;">     A versão local do levantamento avaliou marcas de 160 companhias brasileiras de capital aberto. Somadas, elas valem cerca de r$ 76 bilhões. As 40 primeiras representam mais de 80% desse montante (leia quadro na próxima página). No estudo, são consideradas apenas as marcas brasileiras. Assim, estrelas globais como Google, Microsoft e Coca-Cola não participam do universo pesquisado. Da mesma forma, ficam de fora grifes brasileiras pertencentes a empresas fechadas. Exemplo: O Boticário, Casas Bahia, Hering, Habib&#8217;s, entre outras. &#8220;O estudo revela quanto uma marca agrega de valor para o acionista&#8221;, diz Eduardo Tomiya, diretor-geral da BrandAnalytics e coordenador da pesquisa. &#8220;Por isso, utilizamos apenas dados divulgados publicamente e auditados por consultorias independentes.&#8221; Ao mesmo tempo, a BrandAnalytics / Millward Brown realizou uma pesquisa para identificar as marcas mais queridas dos brasileiros. O levantamento estabelece o grau de identificação do consumidor com este ou aquele nome. Para isso, foram ouvidas 12,8 mil pessoas em todo o País. E para eles não há marca que mereça mais fidelidade do que Omo, o líder entre o sabões em pó no Brasil.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-35" title="1" src="http://brandmindbrasil.files.wordpress.com/2009/09/11.jpg?w=450&#038;h=684" alt="1" width="450" height="684" /></p>
<p style="text-align:justify;">     O ranking deste ano foi fortemente influenciado pela crise econômica detonada pela quebra do Lehman Brothers em setembro do ano passado. Setores diretamente atingidos pela repentina retração nos negócios, como construção civil e commodities, viram a riqueza de suas marcas derreter. O primeiro perdeu 34,6% de seu valor (leia quadro &#8220;O estrago da crise&#8221;). O segundo desabou 55%. Construtoras e imobiliárias, como MrV e Lopes, sumiram da lista. As &#8220;sobreviventes&#8221; encolheram. A Cyrela perdeu 39%; a Gafisa, 22%. Entre as siderúrgicas, o maior tombo ficou por conta da Gerdau, 66% &#8211; e não à toa ela tem uma forte presença nos EUA, o epicentro da recessão mundial. Outros efeitos da crise fizeram sangrar nomes consagrados. Os derivativos castigaram marcas como Sadia, que perdeu 16%. Esta foi responsável pela queda de 2,5% no valor das marcas de alimentos. Nem mesmo a Perdigão, com alta de 9%, e a Batavo, pela primeira vez no ranking, foram suficientes para evitar o decréscimo no setor alimentício. Não foi exclusividade dele. Entre os dez setores avaliados pelo estudo, apenas os bancos apresentaram crescimento no valor de suas marcas. Juntas, elas valem 11,3% a mais do que em 2007. As três posições do ranking ficaram com instituições financeiras. Todos os demais segmentos registraram variação negativa. &#8220;Num momento de crise, as pessoas procuram solidez e segurança para proteger seu dinheiro. Por isso, correm para os grandes bancos. Os resultados do estudo demonstram que as grandes marcas do sistema financeiro passaram no teste de confiabilidade&#8221;, resume Tomiya. O Bradesco, assim como o Itaú e o Banco do Brasil, se aproveitou desse cenário. Em apenas dois anos, sua marca passou a valer 52% mais. &#8220;Isso é resultado de um trabalho consistente e contínuo&#8221;, afirma Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco. &#8220;Seu lastro está numa cultura empresarial baseada em valores e princípios bem definidos.&#8221; O &#8220;trabalho consistente e contínuo&#8221; mencionado por Trabuco significa para muitos uma postura conservadora do banco. Mas foi o que lhe deu uma vantagem nos últimos tempos. Habituado a atender a clientes de menor poder aquisitivo, o banco da Cidade de Deus sentiu-se à vontade quando o recente aumento de renda e de emprego levou esse público para dentro das agências bancárias e para os guichês de crediário. &#8220;Há 66 anos atendemos a todos, independentemente da posição social ou econômica&#8221;, explica Trabuco.</p>
<p style="text-align:justify;">     Além disso, o banco buscou preencher as lacunas de seu portfólio de negócios. Nos últimos anos, voltou suas atenções também para os correntistas mais endinheirados, com a bandeira Prime e a aquisição do cartão de crédito American Express. reforçou sua atuação na corretagem de ações e no crédito consignado com a compra de líderes nesse tipo de serviços. Por fim, ampliou sua área de atendimento às empresas, investindo em produtos mais sofisticados. &#8220;Trata-se de um círculo virtuoso&#8221;, resume Domingos Figueiredo de Abreu, diretor-executivo do Bradesco. &#8220;Utilizamos a força da marca para criar e gerar negócios e, quando criamos e geramos negócios, reforçamos o poder de nossa marca.&#8221; Por isso, diz ele, a expressão Bradescompleto, uma espécie de slogan utilizado pelo banco, não é vazia. &#8220;Ela significa que atendemos todos os públicos com todos os serviços e produtos para todos os tipos de necessidades&#8221;, diz Abreu. &#8220;É uma proteção contra os efeitos da crise.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">     Efeitos, aliás, que provocaram reviravolta no ranking. Marcas entronizadas nos últimos anos na lista das 40 mais valorizadas sumiram. A maior surpresa, nesse caso, veio da Brahma, a segunda cerveja mais vendida no Brasil. Tomiya credita esse &#8220;desaparecimento&#8221; a certa perda sua identidade dentro do universo da Ambev, a dona da Brahma, da Antarctica e da Skol. A Skol ocupa a liderança no mercado e na política de preços. A Antarctica tornou-se a marca de guerra da empresa. Já a Brahma ficou numa espécie de purgatório. Além disso, seu posicionamento como marca global da Ambev parece não ter sensibilizado os cervejeiros locais. Por outro lado, a ascensão da Skol, cujo valor saltou 23% em 2008, compensou o sumiço da Brahma. Companhias como Localiza e Cemig lhe fizeram companhia e abriram espaço para a chegada de algumas novatas. Por motivos diferentes, Havaianas, Bombril e Embratel ganharam um lugar no ranking. A primeira delas conquistou a 26ª posição, pois pela primeira vez a BrandAnalytics/Millward Brown teve acesso a dados financeiros exclusivos da marca, que pertence à Alpargatas. Já Bombril e Embratel foram premiadas pelos bons resultados obtidos em seu balanço de 2008.</p>
<p style="text-align:justify;">     Nos últimos dois anos, a famosa marca de palha de aço recuperou seu prestígio ao se livrar de uma disputa acionária de mais de dez anos. Depois que Ronaldo Sampaio Ferreira, filho do fundador da companhia, reassumiu o comando, a Bombril lançou novos produtos, revitalizou seu marketing, reforçou a logística, entre outras medidas. Foi, de certa forma, o caminho seguido pela Embratel, outra estreante no ranking. Desde 2004, quando o grupo mexicano Telmex, do bilionário Carlos Slim, arrematou o controle acionário da companhia, a antiga estatal passou por um processo de rejuvenescimento. Até então, carregava a imagem de pioneirismo nas telecomunicações, mas carente de capacidade de inovação. Era uma respeitável e tradicional senhora do setor, sem, no entanto, ameaçar seus concorrentes. &#8220;Desde então, nossa forma de trabalho se tornou mais agressiva. O portfólio de produtos e serviços foi revisto e melhorado, com o ingresso de novas tecnologias, como IP, Wimax e TV por satélite&#8221;, diz José Formoso, presidente da companhia. Além da expansão na oferta de produtos, a empresa também abriu seu leque de consumidores. Hoje, ao mesmo tempo que cuida da infraestrutura de tecnologia da informação dos dez maiores bancos do País, atende clientes das classes C e D com o Livre, um serviço de telefonia fixa residencial sem cobrança de assinatura. &#8220;Somos a empresa mais completa na área de telecomunicações do País&#8221;, garante Formoso. Os bons resultados financeiros também ajudaram a Embratel a ingressar na lista das marcas mais valiosas. Em 2008, sua receita líquida cresceu 13,4% e atingiu quase R$ 9,7 bilhões. O lucro superou R$ 610 milhões. Atualmente, o valor da marca contribui com 5,7% do valor de mercado da empresa. Trata-se de uma parcela reduzida, mas, como sua atuação concentra- se no mercado corporativo, o peso da marca na decisão de compra dos clientes (no caso, grandes organizações) não é tão determinante como o de uma empresa eminentemente de produtos de consumo. Estrelas do universo empresarial, como Petrobras e Vale, deixam isso ainda mais evidente. A participação do nome no valor de mercado não passa de 1% nos dois casos &#8211; uma situação oposta à da Natura. Para a fabricante de produtos de higiene pessoal e perfumaria, essa proporção encostou em 49%, quatro pontos a mais do que no ano anterior. É um reflexo da recuperação da empresa em 2008, depois de uma série de tropeços ao longo de 2007. Para o presidente da companhia, Alessandro Carlucci, a força da marca deu um empurrão decisivo nessa retomada. &#8220;Nosso recente crescimento deve-se a uma soma de diversos fatores&#8221;, disse ele, durante teleconferência com analistas há pouco mais de uma semana. Para ele, o processo de reestruturação da empresa, assim como a alta &#8220;fidelização da marca&#8221;, têm peso direto nos resultados positivos. Em 2008, a Natura desembolsou R$ 88 milhões em investimentos adicionais em marketing. Sobraram R$ 312 milhões dos R$ 400 milhões previstos para ser gasto em 2009 e 2010. &#8220;Esse plano prossegue, independentemente da crise&#8221;, afirmou Carlucci. Dados da empresa mostram o esforço do grupo para reforçar o poder da marca. O índice de inovação da Natura subiu de 64,8% para 66,8% no primeiro trimestre de 2008, comparado com o mesmo período de 2009. Esse indicador representa a receita obtida com produtos lançados nos últimos três anos. Apenas de janeiro a março, os investimentos em inovação somaram r$ 21,7 milhões. Além disso, a empresa reduziu o número histórico de lançamentos, concentrando as ações num volume menor de produtos, o que torna mais eficiente o uso dos recursos e garante mais destaque para suas marcas. &#8220;Inovação, aliás, é uma palavra- chave quando o assunto é gestão de marcas&#8221;, afirma Tomiya.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>A FORÇA DAS GRIFES BRASILEIRAS: SOMADAS, AS 160 MARCAS LOCAIS AVALIADAS NO ESTUDO VALEM R$ 76 BILHÕES</strong></p>
<p style="text-align:justify;">     Isso explica um bocado o título de A Marca mais Forte conquistado pelo Omo nesta edição do ranking da DINHEIRO. Há 52 anos no mercado brasileiro, o sabão em pó da Unilever mantém uma posição hegemônica na mente das consumidoras. Mesmo com a concorrência de gigantes como Procter&amp;Gamble e Bombril, sua participação sobe continuamente &#8211; era de 44,6%, em 2006, e encontra-se em 49,3% atualmente. Em mais de 75% dos domicílios brasileiros, o produto está presente na área de serviço. &#8220;O segredo é se antecipar às necessidades dos clientes e manter uma agenda de inovação para atender essas novas demandas&#8221;, afirma Sebastian Reyes, vice-presidente de marketing da Unilever. Há dois exemplos recentes dessa filosofia da empresa. Um deles é o mote de sua campanha publicitária. Em vez de destacar diretamente as propriedades sanitárias de Omo, as peças comerciais apelam para o lado materno das consumidoras, com a frase &#8220;Se sujar faz bem&#8221;. &#8220;Com isso, nós destacamos a importância do lazer e da liberdade no desenvolvimento da criança. Isso tem um preço: a roupa fica suja. Mas a mãe não precisa se preocupar com isso, pois Omo ajudará na limpeza&#8221;, explica Priya Patel, diretora de marketing da Unilever. outro exemplo é o recente lançamento da sétima versão do detergente em pó: o omo Multi Ação Tanquinho. A empresa descobriu que quase 60% das lavadoras de roupa do País encaixam-se nessa definição. Mais: as donas de casa costumam aproveitar a mesma água para lavar consecutivamente três lotes de roupas. Pois o omo Multi Ação Tanquinho permite seis lavagens sem que o produto perca suas propriedades, garante a Unilever. &#8220;Conhecemos de perto nossos consumidores e procuramos atender aos diferentes hábitos de uso de nossas mercadorias&#8221;, afirma Reyes.</p>
<p style="text-align:justify;">     Essa segmentação garante a identidade de cada marca, lembra Tomiya, sobretudo nos casos em que a empresa atende públicos diferentes. observe o caso do Grupo Pão de Açúcar. Uma de suas bandeiras, o extra, possui um valor superior ao do nome original, Pão de Açúcar: R$ 440 milhões, contra r$ 397 milhões, crescimento de 7% e 14% em relação ao ano de 2007, respectivamente. &#8220;os ganhos refletem esse novo momento da empresa, mais rentável e 100% focada no próprio negócio&#8221;, afirma José roberto Tambasco, vicepresidente comercial do Grupo Pão de Açúcar. Segundo ele, o extra tem valor superior ao do Pão de Açúcar porque é uma rede mais pulverizada, presente em todo o País, e &#8220;profundamente ligada à família&#8221;. &#8220;Sua força de comunicação é maior&#8221;, diz Tambasco. &#8220;Lançamos no extra umas das primeiras lojas Apple do Brasil e reformulamos toda a linha de vestuário no ano passado. Tudo isso aumenta a percepção de marca forte.&#8221; Já no Pão de Açúcar, a expansão de dois dígitos é resultado do trabalho de maior segmentação da marca, cada vez mais voltada para um público específico. o cartão Pão de Açúcar Mais passou por uma reformulação, os primeiros caixas-verdes do varejo brasileiro foram instalados em suas lojas e a rede passou a dar descontos para quem traz a sacola reciclável de casa. &#8220;isso tudo só faz o valor da marca crescer&#8221;, afirma Tambasco. Mais: trata-se de um eficiente antídoto contra a crise e um passo na direção da globalização.</p>
<p style="text-align:justify;">     <strong>Como se calcula o valor das marcas nacionais</strong></p>
<p style="text-align:justify;">     A BrandAnalytics / Millward Brown Optimor selecionou e avaliou 140 empresas de capital aberto, o que gerou um universo de 180 marcas avaliadas. O critério de seleção foi analisar empresas com maior Valor de Mercado e com disponibilidade de informação pública para segregação das marcas &#8211; desta forma, empresas como Whirlpool e grupo santander brasil não puderam ter suas marcas avaliadas, haja vista a não disponibilidade de qualquer tipo de informação financeira por marca.</p>
<p style="text-align:justify;">     O conceito utilizado neste ranking é que a força da marca gera a lealdade dos seus consumidores. esta lealdade é materializada no processo de decisão de escolha ou na hora de um consumidor escolher um produto/serviço de uma empresa versus o do concorrente, ou seja, os diferenciais competitivos percebidos pelo seu consumidor. Estes diferenciais geram lucros para a empresa, e que em última instância se materializa no seu valor no mercado de capitais.<br />
    <br />
     Esta cadeia resume a abordagem e metodologia de cálculo da BrandAnalytics, que envolve as seguintes etapas:<br />
     1. Análise Financeira<br />
     2. Análise de Demanda<br />
     3. Análise de Força da Marca<br />
     4. Avaliação da Marca</p>
<p style="text-align:justify;">     Estas etapas serão descritas a seguir, bem como as principais premissas de cada uma delas.</p>
<p style="text-align:justify;">     1. Análise Financeira<br />
     A base inicial de informações é o Valor de Mercado (Market Capitalization) da empresa e o valor dos seus ativos tangíveis. a diferença entre estes dois valores corresponde ao valor dos ativos intangíveis (ou Valor adicionado de Mercado &#8211; Market Value Added). Dentre os ativos intangíveis se destacam Marca, Capital humano, tecnologia, sistemas de Distribuição, sistemas de Produção, base de Clientes, Patentes e fórmulas.</p>
<p style="text-align:justify;">     Através da anualização do valor dos ativos intangíveis pelo período de projeção ao custo de oportunidade de capital da empresa, obtém-se a projeção de resultados dos ativos intangíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">     Este ano o modelo de cálculo considera as premissas do estudo das marcas globais mais valiosas da Millward Brown Optimor:<br />
     1. Valor de Mercado das empresas &#8211; a base do estudo foi o valor de mercado da empresa médio do último semestre de 2008 (seis últimos meses de 2008)<br />
     2. fonte de informações: bloomberg<br />
     3. a fonte de informação sobre participação de mercado das empresas, e resultados dentro de empresas com várias marcas foi realizado com base em dados da DataMonitor.</p>
<p style="text-align:justify;">      Consideramos um modelo de segmentação mais detalhado para alguns casos. Por exemplo, no caso de instituições financeiras, segregamos a projeção financeira para Pessoa física, Pessoa Jurídica, seguros e Previdência e Cartões. No caso das construtoras, também segmentamos especificamente venda de imóveis de alto padrão, populares e comerciais. Especificamente no caso da Petrobras, segmentamos os resultados entre Distribuição, refino e e&amp;P. a avaliação desta marca se restringiu ao segmento de Distribuição.</p>
<p style="text-align:justify;">      No caso de empresas da indústria de alimentos, segregamos por Mercado (Externo e Interno), produtos in natura/ processados. Neste segmento, especificamente no caso da Perdigão e Sadia, excluímos respectivamente marcas como Batavo e Granja Rezende, entre outras.</p>
<p style="text-align:justify;">     2. Análise de Demanda<br />
     Para separarmos a importância da marca em relação aos outros intangíveis utilizamos os dados do BrandZTM, pesquisa de natureza quantitativa que busca compreender o relacionamento dos consumidores com as marcas. A partir de uma pirâmide onde se estabelece este relacionamento, denominada BrandDynamicsTM, apuramos o quanto os consumidores possuem um relacionamento mais emocional com as marcas e os que possuem um relacionamento baseado em atributos como Preço ou Localização, mais racionais. Com base neste procedimento, estimamos o papel da marca na geração de resultados da empresa (Brand Contribution). No caso específico dos bancos, esta pesquisa foi realizada para os segmentos Pessoa Física, Jurídica, Seguros e Previdência e Cartões.</p>
<p style="text-align:justify;">     3. Análise de Força da Marca<br />
     Nesta etapa é estimada a taxa que reflete o risco da marca a partir da análise da força da marca. Marcas fortes possuem maior estabilidade em relação à média de mercado e, consequentemente, menor risco. A base da quantificação também é a pesquisa BrandZTM. São considerados no modelo de determinação da força da marca os atributos como a Presença, o BrandVoltageTM, participação de marketshare, qualidade do suporte de comunicação e risco do setor de atuação. A partir da análise da força da marca, determinamos a sua taxa de risco.</p>
<p style="text-align:justify;">     4. Avaliação da Marca<br />
     O valor da marca é o resultado da atualização dos lucros futuros exclusivos a ela pela taxa de desconto que reflete o seu risco.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>     O caminho para As Marcas Mais Fortes no Brasil</strong></p>
<p style="text-align:justify;">     Na elaboração do ranking das Marcas Mais Fortes no Brasil foi utilizada a BrandZTM, que é uma pesquisa realizada mundialmente pela Millward Brown, sendo a maior base de dados sobre o relacionamento de consumidores com as marcas. São dez anos de pesquisas de mercado, um milhão de consumidores entrevistados e 50.000 marcas comparadas em 31 países, envolvendo consumidores finais e B2B em 443 categorias. No Brasil, foram realizadas cerca de 12.800 entrevistas em 32 categorias nas principais cidades.</p>
<p style="text-align:justify;">      O critério para concluirmos sobre a marca mais forte é obtido com o resultado do processamento das pesquisas, que ao final consideram duas variáveis-chave neste processo: a <strong>Presença</strong> e o<strong> BrandVoltageTM</strong></p>
<p style="text-align:justify;">     <strong>Presença</strong> &#8211; É um índice que reflete o conhecimento da marca.<br />
     <strong>BrandVoltageTM</strong> &#8211; É uma métrica que reflete o sucesso de sua marca em converter o conhecimento da marca em níveis de lealdade.</p>
<p style="text-align:justify;">     Do produto da Presença pelo BrandVoltage tem-se o Índice de <strong>Brand Equity</strong>, que é uma medida que conjuga o fato de a marca ser conhecida e a proporção de clientes bonding (com associações e percepções muito claras e com o posicionamento de marca na mente dos consumidores alinhados com a promessa da marca). Através do Índice de Brand Equity, entendemos que uma marca olímpica é aquela que possui presença e também possui um posicionamento bastante claro com um elevado nível de lealdade dos consumidores.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/brandmindbrasil.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/brandmindbrasil.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/brandmindbrasil.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/brandmindbrasil.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/brandmindbrasil.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/brandmindbrasil.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/brandmindbrasil.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/brandmindbrasil.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/brandmindbrasil.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/brandmindbrasil.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/brandmindbrasil.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/brandmindbrasil.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/brandmindbrasil.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/brandmindbrasil.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=29&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cinco tendências para as marcas no mundo digital</title>
		<link>http://brandmindbrasil.wordpress.com/2009/09/22/5-tendencias-para-marcas/</link>
		<comments>http://brandmindbrasil.wordpress.com/2009/09/22/5-tendencias-para-marcas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 21:24:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brandmindbrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terceiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinco tendências para as marcas no mundo digital<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=22&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">(<strong>créditos:</strong> 14/SET/09, <a href="http://www.mundodomarketing.com.br">www.mundodomarketing.com.br</a>)</p>
<p style="text-align:center;"><em>Steve Rubel, da Edelman Digital, elenca o que é preciso para que as empresas se relacionem e ganhem dinheiro no mundo virtual</em></p>
<p style="text-align:justify;">     Serviço ao consumidor on-line, reflorestamento da mídia, ignorância seletiva, funcionários estrelas e atração pelas marcas são as cinco tendências principais que estão e que causarão ainda mais impacto no Marketing. Esta constatação é de Steve Rubel, Vice-Presidente e Diretor de Insights da Edelman Digital e autor do Blog SteveRubel.com.</p>
<p style="text-align:justify;">     Rubel foi um dos palestrantes da edição 2009 do Digital Age 2.0, participando via videoconferência, e respondeu para onde a tecnologia digital vai levar o Marketing. Antes de falar das tendências, é preciso fazer um parêntese: as empresas estão preparadas para personalizar o relacionamento? “As novas sim, mas é uma questão de cultura e vai levar muito tempo para as empresas atrasadas se adaptarem”, aponta o especialista.</p>
<p style="text-align:justify;">     A grande questão destes tempos é pensar em como ter lucro através de uma comunidade virtual, algo que nenhum executivo de marketing pensou antes. “Não há um modelo de negócio para isso”, confirma Rubel. O que existe, ainda, são erros que as empresas cometem ao entrar no mundo virtual. “É um erro pagar blogueiros para falar de produtos. A empresa tem que investir no melhor produto para que ele possa ser<br />
comentado espontaneamente”, diz.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>     Tendências emergentes e urgentes</strong></p>
<p style="text-align:justify;">     O primeiro passo é satisfazer o cliente no mundo real e oferecer serviços no virtual. De acordo com a primeira tendência citada por Rubel, a internet é muito boa para tornar as coisas ainda melhores. “As pessoas estão usando as redes sociais para que elas sejam reconhecidas e identificadas. Elas não discam mais o 0800 das empresas, que não funcionam. Por isso usam outros meios para serem ouvidas”, afirma.</p>
<p style="text-align:justify;">     Com isso, cria-se relacionamento. Mas apenas para aquelas que auditam as experiências on-line do consumidor e se preparam para engajar as pessoas. E se prepare rápido. Planejamento e realização das ações, às vezes, terão que caminhar juntos para corrigi-las quando necessário. Mudar o destino, inclusive, se for preciso. É o caso das mídias tradicionais que representam uma nova tendência: o reflorestamento da mídia.</p>
<p style="text-align:justify;">     “Ela está se reinventando e sofrendo com isso porque cada vez mais as pessoas passam o tempo nas mídias digitais. Todos os tipos de mídias tangíveis estão caindo de circulação. Tem jornais dos EUA que estão fechando a versão impressa e ficando só com a digital. No Brasil isso ainda não acontece muito, mas certamente vai acontecer. É uma mudança imensa que obriga alterações nas áreas de Relações Públicas e Publicidade”, explica.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>     Aliado do consumidor</strong></p>
<p style="text-align:justify;">     A terceira tendência apontada por Rubel é a ignorância seletiva. Com a informação em excesso em toda a parte, “As pessoas tem dificuldade de processar tudo. E estão praticando um tipo de ignorância seletiva, vendo apenas o que realmente é importante, porque se ela for relevante vai chegar até a mim de alguma forma”, ressalta.</p>
<p style="text-align:justify;">     Para as empresas que quiserem fazer algo novo, basta olhar o que as pessoas visitam on-line e fornecer utilidade em forma de interações. “É importante pensar como fazer para envolver os consumidores. As pessoas vão te encontrar”, completa.</p>
<p style="text-align:justify;">     A quarta tendência são as estrelas existentes na própria empresa. São pessoas que ajudam a construir a marca no mundo digital. É o caso da companhia norte americana de armazenagem EMC² que tem uma página com todos os contatos de funcionários que podem se relacionar com os consumidores. “Tem que fazer com que o maior número de funcionários possa se comunicar com as pessoas nas redes sociais”, ressalta o executivo.</p>
<p style="text-align:justify;">     A quinta tendência é o poder da atração que as marcas devem provocar. “A propaganda hoje é empurrada. Mas deveria ser o contrário. As pessoas que devem encontrar as informações quando elas procurarem. É necessário criar o máximo de conteúdo para ser encontrado no mundo digital”, aponta Rubel.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/brandmindbrasil.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/brandmindbrasil.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/brandmindbrasil.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/brandmindbrasil.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/brandmindbrasil.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/brandmindbrasil.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/brandmindbrasil.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/brandmindbrasil.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/brandmindbrasil.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/brandmindbrasil.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/brandmindbrasil.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/brandmindbrasil.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/brandmindbrasil.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/brandmindbrasil.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=22&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Use Twitter, Orkut e Flickr para bombar nos negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brandmindbrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terceiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Use Twitter, Orkut e Flickr para bombar nos negócios <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=18&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="entry-body">
<p>(<strong>créditos:</strong> Marco Aurélio Zanni, 19/SET/2009, <a href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/blog/twitter-orkut-e-flickr/cobertura-7/use-twitter-orkut-e-flickr-para-bombar-nos-negocios.shtml">http://info.abril.com.br/seminariosinfo/blog/twitter-orkut-e-flickr/cobertura-7/use-twitter-orkut-e-flickr-para-bombar-nos-negocios.shtml</a>)</p>
<p style="text-align:justify;">     Elas já mudaram o jeito como as pessoas se comunicam, mas as redes sociais da nova geração podem também revolucionar a forma como as empresas falam com o consumidor. O próximo Seminário INFO, que acontecerá na segunda-feira, em São Paulo, vai mostrar como usar Twitter, orkut e Flickr a favor dos seus negócios.</p>
<p style="text-align:justify;">     Entre casos de sucesso, oportunidades e perspectivas desse segmento, estarão palestrantes destacados no mercado, como Alex Dias, diretor-geral do Google. Ele falará sobre o que as empresas podem fazer para se tornarem relevantes para os 60 milhões de perfis do orkut.</p>
<p style="text-align:justify;">     Duas personalidades que bombam no Twitter também contarão como angariar – e agradar – um número enorme de seguidores: Marcelo Tas, jornalista e apresentador do programa CQC, e Camila Menezes, responsável pelo perfil de seu pai, o técnico do Corinthians, Mano Menezes.</p>
<p style="text-align:justify;">    Dividido em dez temas, o seminário contará com a presença de empresas como Nike, Claro, Tecnisa e governo do Estado de São Paulo. Monitoramento de mídia, direitos do consumidor e a expansão das redes sociais para o mundo dos celulares também farão parte da programação, que vai das 8 às 18 horas.</p>
<p style="text-align:justify;">     Confira os detalhes da programação em Seminários INFO.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/brandmindbrasil.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/brandmindbrasil.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/brandmindbrasil.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/brandmindbrasil.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/brandmindbrasil.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/brandmindbrasil.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/brandmindbrasil.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/brandmindbrasil.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/brandmindbrasil.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/brandmindbrasil.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/brandmindbrasil.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/brandmindbrasil.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/brandmindbrasil.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/brandmindbrasil.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=18&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A cauda longa não funciona tão bem assim?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:34:50 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Terceiros]]></category>

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		<description><![CDATA[A cauda longa não funciona tão bem assim?<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=16&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="divAssina"><span style="color:#000080;font-size:x-small;"><span style="color:#000000;">(<strong>créditos:</strong> Marco Aurélio Zanni, 20/SET/09, </span><a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/a-cauda-longa-nao-funciona-tao-bem-assim-20092009-1.shl"><span style="color:#000000;">http://info.abril.com.br/noticias/internet/a-cauda-longa-nao-funciona-tao-bem-assim-20092009-1.shl</span></a><span style="color:#000000;">)</span></span></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="6" width="120" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><span style="font-family:arial;font-size:xx-small;"> </span></div>
<p><em> </em></td>
</tr>
<tr>
<td><img title="A cauda longa não funciona tão bem assim?" src="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/fotos/long-tail-long-fail-20090920114906.jpg" alt="A cauda longa não funciona tão bem assim?" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><span style="font-family:verdana;color:#333333;font-size:xx-small;"><strong> </strong></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="entry-body"><!-- FERRAMENTAS --></div>
<div id="entry-tools">
<div id="level2"><!-- TAGS --></div>
<div id="Level3" style="text-align:justify;">      Um pesquisador da Universidade Wharton, nos Estados Unidos, usou dados da locadora digital de filmes Netflix para desafiar a famosa teoria sugerida em 2004 por Chris Anderson no livro “A Cauda Longa”.</div>
</div>
<div id="texto_link">
<p>      No trabalho intitulado “Is Tom Cruise Threatened?” (em tradução livre, “Tom Cruise está ameaçado?”), o professor Serguei Netessine e o doutorando Tom F. Tan mostraram que, mesmo com a distribuição digital, os filmes de nicho não ganharam importância em detrimento dos títulos de massa, como a teoria de Anderson previa. </p>
<p>     A Netflix disponibilizou informações detalhadas sobre suas locações como parte de uma competição que daria um milhão de dólares como prêmio para quem descobrisse maneiras interessantes de introduzir os consumidores no mundo dos filmes de nicho.</p>
<p>      Segundo Serguei Netessine, esses títulos “obscuros” surgem de maneira tão rápida que as pessoas não têm tempo de descobrir sua existência. Além disso, a distribuição deles não pode ser feita somente de maneira digital, pois os meios físicos (e seus altos custos) continuam sendo eficientes para divulgar produções de pequeno porte.</p>
<p>      Os pesquisadores de Wharton sugerem uma mudança na teoria da cauda longa, mais especificamente no método como Chris Anderson definiu hits e produtos de nicho. Em vez de categorizá-los em tops de 10 e 1 000, numa ordem bem definida, o ideal seria uma classificação mais genérica, em tops de 1% e 10%. Com isso, a cauda pelo menos ficaria bem mais longa.</p>
<p style="text-align:justify;">      Veja mais detalhes sobre o trabalho acadêmico no <a href="http://knowledge.wharton.upenn.edu/article.cfm?articleid=2338">site da universidade</a>.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/brandmindbrasil.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/brandmindbrasil.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/brandmindbrasil.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/brandmindbrasil.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/brandmindbrasil.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/brandmindbrasil.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/brandmindbrasil.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/brandmindbrasil.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/brandmindbrasil.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/brandmindbrasil.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/brandmindbrasil.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/brandmindbrasil.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/brandmindbrasil.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/brandmindbrasil.wordpress.com/16/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=16&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>A primeira impressão&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:26:19 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Terceiros]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira impressão<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=10&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">(<strong>créditos:</strong> Andreia D&#8217;Oliveira, 20/AGO/09, <a href="http://blog.insite.com.br/2009/08/20/a-primeira-impressao/">http://blog.insite.com.br/2009/08/20/a-primeira-impressao/</a>)</div>
<div style="text-align:justify;">
<p style="text-align:center;"><a href="http://blog.insite.com.br/wp-content/uploads/2009/08/divine01.png"><img class="aligncenter" title="Plugin para Photoshop - Divine" src="http://blog.insite.com.br/wp-content/uploads/2009/08/divine01.png" alt="Plugin para Photoshop - Divine" width="254" height="195" /></a></p>
<p>     Nós sabemos que blogs com grande audiência são aqueles que possuem um texto afinado e um conteúdo relevante, mas como para alguns “beleza é fundamental” que tal uma ajudinha?</p>
<p>     Quando digita-se em um mecanismo de busca <em>WordPress Themes </em>o número de páginas será imenso. Por isso segue abaixo três sites onde encontram-se alguns dos mais criativos templates:</p>
<ul>
<li><a href="http://topwpthemes.com/" target="_blank">Top WordPress</a></li>
<li><a href="http://sixrevisions.com/resources/50-beautiful-free-wordpress-themes/" target="_blank">50 Beautiful Free WordPress Themes</a></li>
<li><a href="http://www.freewpthemes.net/" target="_blank">FreeWPThemes</a></li>
</ul>
<p><a href="http://blog.insite.com.br/wp-content/uploads/2009/08/divine.png"><img title="divine" src="http://blog.insite.com.br/wp-content/uploads/2009/08/divine.png" alt="divine" width="136" height="35" /></a>     Aqueles que possuem conhecimento de Photoshop podem utilizar o novo plugin desenvolvido para criação de templates do WordPress:  Divine.  O download e o tutorial podem ser adquiridos no <a href="http://www.divine-project.com/" target="_blank">site proprietário</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">     Agora, se você quer criar um novo template, mas não quer ter muito trabalho, utilize o <a href="http://www.yvoschaap.com/wpthemegen/" target="_blank">WordPress Theme Generator</a>, uma ferramenta on-line onde é possível fazer alterações e salvar o pacote compactado do tema criado  em formato .zip</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/brandmindbrasil.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/brandmindbrasil.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/brandmindbrasil.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/brandmindbrasil.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/brandmindbrasil.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/brandmindbrasil.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/brandmindbrasil.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/brandmindbrasil.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/brandmindbrasil.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/brandmindbrasil.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/brandmindbrasil.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/brandmindbrasil.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/brandmindbrasil.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/brandmindbrasil.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=10&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Plugin para Photoshop - Divine</media:title>
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			<media:title type="html">divine</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Quem mexeu no meu blog?</title>
		<link>http://brandmindbrasil.wordpress.com/2009/09/21/quem-mexeu-no-meu-blog/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brandmindbrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Terceiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem mexeu no meu blog<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=brandmindbrasil.wordpress.com&amp;blog=9588128&amp;post=7&amp;subd=brandmindbrasil&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">(<strong>créditos:</strong> Andreia D&#8217;Oliveira, 10/SET/09, <a href="http://blog.insite.com.br/2009/09/10/quem-mexeu-no-meu-blog/">http://blog.insite.com.br/2009/09/10/quem-mexeu-no-meu-blog/</a>)</p>
<p style="text-align:justify;">     Todo blogueiro quer comentários! É nele que, muitas vezes, medimos a audiência do site, mas, atualmente, com o advento de novas  tecnologias como os feeds (nem tão nova assim) e a febre do Twitter é dificil medir o tráfego de seu site  apenas através dos comentários deixados pelos leitores. Por isso eis dois plugins que poderão ajudar (e muito!) nessa tarefa: WP-UserOnline e o Blog Stats.</p>
<p style="text-align:justify;">     O plugin<strong> WP-Online</strong> informa quantos usuários estão lendo simultâneamente o seu blog e destes quantos são membros (Members), convidados (Guests) ou mecanismos de busca (Bot).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://blog.insite.com.br/wp-content/uploads/2009/09/blog_stats011.png"><img class="aligncenter" title="Blog Stats" src="http://blog.insite.com.br/wp-content/uploads/2009/09/blog_stats011.png" alt="Blog Stats" width="318" height="151" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">     Já o plugin <strong>Blog Stats </strong>mostra as estatísticas de acesso ao blog informando:<strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>     Citações</strong> – Páginas que continham link para o blog que foi visitado a partir desse;<br />
<strong>     Postagens e Páginas mais populares</strong> – Visualizações, por dia, de páginas e posts mais acessados;<br />
<strong>     Termos de motor de busca</strong> – palavras pelas quais os motores de busca (como o Google, por exemplo) encontram o blog;<br />
<strong>     Cliques</strong> – Quais links foram clicados do seu blog;<br />
<strong>     Estatística do Site</strong> – Tabelas de resumo de acesso.</p>
<p style="text-align:justify;">    O <strong>Blog Stats</strong>, depois de sua instalação, irá solicitar o  é necessário informar a chave API. Caso não possua, é necessário fazer o cadastro no site <a href="http://en.wordpress.com/" target="_blank">WordPress.com</a>. Para maiores informações sobre a chave API acesse <a href="http://en.wordpress.com/api-keys/">http://en.wordpress.com/api-keys/</a> (em inglês).</p>
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		<title>Estreia do blog.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 19:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brandmindbrasil</dc:creator>
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